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Cada cliente esperando integração é receita parada no seu PnL.

A RWS reduz o tempo de onboarding de meses para horas, para que o contrato enterprise fechado no Q1 não vire receita apenas no Q3.

Ver como funciona
01
O custo de integrar devagar

Contrato assinado não vira receita enquanto o cliente não entra em produção

2–4

meses

entre contrato assinado e go-live em onboardings enterprise

8.3%

do ARR

do primeiro ano de receita deixa de ser capturada a cada mês sem go-live

GTM

travado

quando vendas fecha mais rápido do que onboarding consegue ativar

02
Como a RWS funciona

Três mudanças que tiram integrações do caminho crítico

A lógica técnica fica encapsulada.

Engenharia cria em horas conectores para qualquer sistema — APIs, bancos, arquivos ou sistemas legados, inclusive em ambientes fechados por VPN. A complexidade fica na plataforma, não em projetos manuais a cada cliente.


A configuração vai para onboarding.

Depois do conector criado, o time de onboarding configura em minutos novos clientes com segurança: credenciais, parâmetros, campos, regras e testes antes do go-live. Tudo dentro dos padrões definidos pela engenharia.


A operação vem pronta para escalar.

A plataforma da RWS já entrega pronta a camada operacional das integrações: execução, monitoramento, logs, erros, histórico e reprocessamento. Onboarding configura novos clientes sem mexer na infraestrutura, enquanto engenharia mantém visibilidade de ponta a ponta.

03
Caso Nexti

A Nexti transformou integrações com sistemas de folha de pagamento em uma operação escalável de onboarding

Com a RWS, deixamos de tratar cada integração como um projeto técnico novo. Criamos conectores para os principais sistemas de folha do Brasil, incluindo ambientes fechados via VPN. Hoje operamos mais de 200 integrações em produção com muito mais velocidade e previsibilidade.

Nexti
Lucas Ávila, CPO

Nexti


200+

integrações ativas em produção

2 meses

reduzidos no tempo de onboarding

Conectores

construídos para Sankhya, TOTVS Protheus, TOTVS RM Labore, Senior, LG

04
Teste na prática

Traga um cliente travado e teste a RWS em um caso real

01

Você traz o caso que dói

Um cliente novo esperando go-live ou o sistema do seu cliente que mais demora para integrar.


02

Engenharia cria o conector em horas

Nosso time guia o primeiro uso da RWS para o seu time de engenharia provar o produto na prática: primeiro conector construído em 1 hora.


03

Onboarding repete em minutos

Com o conector validado, pegamos um segundo cliente com o mesmo sistema para integrar. Onboarding configura o novo caso dentro da RWS — sem transformar isso em outro projeto técnico.

05
Plataforma Enterprise

Infraestrutura B2B para operar integrações que não podem parar

Confiável

SLA de 99,9% de disponibilidade da plataforma para integrações em produção.


Rápida

Fluxos transacionais rodam em até 1 minuto; fluxos de maior volume rodam em até 15 minutos. A capacidade de execução escala automaticamente, sem seu time configurar ou operar infraestrutura.


Segura

A RWS roda em ambientes seguros na AWS. Os dados são criptografados enquanto armazenados temporariamente durante o processamento, e não são retidos depois que o fluxo de integração termina.


Isolada

Cada integração roda em um ambiente isolado, para que um cliente, conector ou volume de carga não afete a execução de outro.


Resiliente

Observabilidade, controle de rate limits, throttling, idempotência, cache, retries com backoff exponencial e reprocessamento seguro vêm prontos na plataforma. Quando algo falha, os alertas apontam o cliente, o fluxo e o motivo.

06
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

Não. A RWS é uma infraestrutura para sua empresa criar, operar e reutilizar conectores com os sistemas dos seus clientes. O ponto não é escolher um conector pronto em uma loja; é transformar integrações customizadas em onboarding repetível.

Esse é exatamente o caso para o qual a RWS foi criada. A plataforma suporta integrações com APIs (REST e SOAP), bancos de dados, arquivos, sistemas legados, ERPs internos e ambientes fechados por VPN.

Engenharia cria o primeiro conector na RWS, com apoio do nosso time no início. Seu time define lógica, campos, regras e validações. A RWS entrega a camada de execução, operação, monitoramento e reprocessamento.

Sim. Depois que o conector está validado, onboarding configura novos clientes com o mesmo padrão: credenciais, parâmetros, campos, regras variáveis, testes e go-live dentro da RWS.

Não. Onboarding ganha autonomia para configurar, mas engenharia continua com visibilidade sobre execuções, erros, histórico, logs e reprocessamentos.

O melhor teste é com um caso real: um cliente esperando go-live ou uma integração antiga que demorou demais. A proposta é provar na prática que engenharia consegue criar o primeiro conector em horas e onboarding consegue repetir o próximo em minutos.

Zapier e n8n são bons para automações horizontais. MuleSoft é uma suíte enterprise pesada. A RWS fica em outro lugar: infraestrutura operacional para integrações B2B repetíveis, onde engenharia cria o conector e onboarding escala a configuração por cliente.

Não. A RWS remove o trabalho repetitivo de integração sem remover o controle técnico. Engenharia continua definindo o padrão; onboarding deixa de depender de engenharia para repetir o mesmo tipo de integração cliente a cliente.

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